Machismo ou 'tradição inofensiva': por que mulheres ainda mudam de sobrenome ao casar?

Casal procura jovem mulheres 343660

Vamos falar sobre eles ao longo deste artigo. E se o assunto é do seu interesse e você deseja saber mais sobre a história, a realidade e o futuro do mercado de trabalho para o sexo feminino, siga a leitura até o final. Por sua vez, os maridos tinham a imcumbência de serem os provedores da família. Afinal, elas precisavam de subsídios para o seu próprio sustento. Hoje, por exemplo, elas trabalham como engenheiras, advogadas e médicas.

Mas as críticas também imperam. A diferenciação de idade com a esposa foi o que mais marcou também a campanha presidencial do francês Emmanuel Macron em Além das propostas do longínquo presidente para o país, o fato de ele ter, à época, 39 anos, e sua mulher, Brigitte, 63 acabou se tornando o assunto um dos assuntos preferido da imprensa na época. Ela tinha 39 anos, ele 15 — e era da mesma sala de sua filha do método.

A segunda, o ideal da boa parentela — como se ter o próprio nome do parceiro simbolizasse compromisso e unisse o casal e filhos em potencial como uma coisa só. Esses elementos, diz Duncan, passaram a trabalhar parte do pacote de casamento quimera para muitos casais. Até mesmo algumas das que inicialmente se recusaram a adotar o sobrenome do marido mudaram sua identidade após o parto. Ela acreditava que isso pudesse evitar também problemas administrativos, por exemplo, ao viajar para o exterior com o pequeno. Desprezo ao feminismo? Mas elas abriram esse precedente no início, dizendo: 'Você é mais importante do que eu, você vem primeiro e eu em segundo', argumenta. Eu discordo.

Leave a Reply

Your email address will not be published.