“Criamos uma sociedade de swing secreta” diz casal que era evangélico

Reunião swinger 708371

Uma mulher loira, alta e magra me cumprimentou e agradeceu a presença do casal de repórteres que foi participar do workshop ministrado por ela e pelo marido. Um deles é o pioneirismo em criar a aula teórica para casais que querem entender melhor como funciona uma casa de swing antes de se aventurararem no mundo chamado de liberal. Confesso que tive um pouco de medo em me colocar numa sala com outros casais com a promessa de aprender sobre swing. Ela é psicóloga e musicista e ele é profissional de T. Os dois passam o tempo livre entre a rotina em família e a vida nas casas liberais pelo Brasil. Na tal sala de reuniões, sentei ao lado de meu namorado. Em minhas anotações, descrevi meus colegas do swing como tímidos, calados e vestindo roupas até que discretas. Digam que se amam. Homens, dêem um abraço nas suas parceiras, ordenou Marcio.

Viramos amigos e acabamos nos apaixonando, mas nada aconteceu porque ele era combinado e muito religioso. Na época, estava muito carente. Seguia todos os preceitos, comecei a usar saia e deixei meu cabelo crescer. Foram três anos de um casamento violento e coalhado de brigas. Isso acabou com minha autoestima, além do que, sexualmente falando, eu estava morta.

Vitor encontrou os três - Dina Dinalva Oliveira Teixeira. Quanto estavam sem estímulo, Vitor resolveu partir à roçado de um tal de Rodrigues apossar-se mandioca. Vitor, porém, insistiu. Quando se aproximaram da roçado, viram rastros de soldados. Acontece que, no momento literal em que os soldados passavam pelo localista onde eles estavam, um dos companheiros fez um timbre acidental.

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